segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
CASTELO
domingo, 6 de abril de 2008
SAMBA DO CRIOULO DOIDO
Xeque HumbertoPelo PMDB, diz-se que o candidato é Hermano Morais.
Garibaldi Filho jura de pés juntos que a candidatura do seu correligionário é irreversível.
No entanto, tentam colocar a candidatura de Henrique Alves como de consenso, "o fato novo".
No PT, as facções de degladiam. A deputada Fátima Bezerra passou quatro anos se dizendo candidata. Lutou até as últimas. Desistiu.
Magoada, não apoiou seu principal oponente, o deputado Fernando Mineiro. Aderiu à candidatura da secretária Virgínia Ferreira (PT) que dizem que é a preferida do prefeito Carlos Eduardo(PSB) e do Senador José Agripino(DEM), mas, não agradou ao seu próprio partido.
O deputado Fernando Mineiro diz que é candidato irredutível, espera contar com os seus pares. Por enquanto, fora das hostes partidárias, só conta consigo mesmo.
Micarla de Souza, do PV, deseja o apoio de José Agripino, mas também implora à Governadora Wima de Faria, sem sucesso.
Micarla sem Wilma pode não decolar.
Rogério Marinho(PSB), corre por fora, como quem come papa, pelas beiradas, esperando o prato esfriar.
Tudo está indefinido até maio próximo, prazo pedido pelo condutor do processo, prefeito Carlos Eduardo, para se decidir.
Para complicar mais ainda, só falta agora aparecerem Miguel Mossoró e Xeque Humberto...
domingo, 30 de março de 2008
ANALISE COM A GENTE
Foi-se a época em que as autoridades sanitárias divulgavam os casos de dengue clássica e não haviam vítimas fatais.Hoje, apesar de se apresentar os números (sabemos que não revelam a realidade), já não se vê mais aquele alarido da imprensa com relação a esse dado. A grande preocupação agora é com a dengue hemorrágica, aquela que mata. Quantos morreram hoje? Quantas crianças foram vitimadas?
Os jornais internacionais revelam – como não poderia deixar de ser - com horror o número de óbitos ocorridos.
Não há como contestar. Estamos em guerra!
Os jornais de hoje, noticiam que mais três crianças morreram ontem com suspeita de dengue hemorrágica no Estado do Rio de Janeiro.
O último balanço divulgado lá, na última quarta, contabilizava 54 mortes no Rio, 31 só na capital. Pelo levantamento, foram notificados 41.978 casos em todo o Estado. No total, havia 114 mortes suspeitas sendo investigadas.
O que se está fazendo no RN para se evitar o avanço da doença? Discussões como a que o deputado Leonardo Nogueira (DEM) protagonizou na Assembléia Legislativa, sexta-feira passada, são oportunas e necessárias, mas não bastam para conter a proliferação do mosquito que tira vidas em pleno século XXI.
O governo precisa priorizar o combate à dengue e a população arregaçar as mangas e sair da toca. Vamos gastar menos com publicidade falaciosa e desenvolver campanhas maciças de esclarecimento.
Os detentores dos meios de comunicação, na sua maioria políticos, precisam e devem abrir mão dos lucros para veicular, gratuitamente, campanhas sérias.
O Governo é de Todos e o problema também.
Já dizia o velho, cansado e ainda útil slogan estudantil.
“O povo unido jamais será vencido”!
segunda-feira, 17 de março de 2008
ANALISE COM A GENTE
O trânsito de Natal está cada vez mais complicado...
Todo mundo tem pressa, todo mundo quer chegar primeiro, todo mundo quer passar à frente, e não se respeita o outro.
Muitas vezes quem está certinho, num engarrafamento ou andando normalmente, tem que dar passagem a um mal-educado (a), caso contrário, pode colidir. Muitos reclamam dos órgãos públicos, da falta de fiscais, da má sinalização das ruas e por ai vai. Mas, na verdade, o que falta mesmo é uma boa educação, por parte do cidadão, para se respeitar as leis de trânsito. De que adianta a escola ensinar o Código de Trânsito às crianças, se ela vê o pai ou a mãe, que são seus espelhos, fazendo a coisa errada?
O vereador Emilson Medeiros (PPS) fez um contundente pronunciamento semana passada na Câmara Municipal, propondo, entre outras alternativas, o estudo sobre um rodízio de placas.
A preocupação do parlamentar é interessante e oportuna. O poder público precisa buscar soluções, inclusive, uma grande campanha de educação para motoristas e pedestres.
Mas, o cidadão também precisa fazer a sua parte.