Já para o deputado José Dias (PMDB) a secretaria contratou mais de dois milhões de reais em obras para a convivência com a seca em contratos “complexos e contraditórios”.
Para ele não se justifica fazer contatos emergenciais para se tratar de um problema que se vive há anos. Se a seca é uma coisa constante no nordeste, “há emergência para se conviver com um problema permanente”, questiona Zé Dias.
Segundo disse, “esses contatos não tem o menor respeito para com as obrigações legais.
A lei não é ferida, é considerada inexistente”. Sentenciou Zé Dias.

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