As sessões do Senado e Câmara Federal são utilizadas para aniversários de cidades, entidades e empresas, comemorações de datas, como o Dia do Trabalho, e de profissões, como o Dia do Administrador e o Dia do Radialista.
O presidente do Senado, Garibaldi Alves (PMDB-RN), defende um rigor maior para a realização de sessões de homenagem. “Os senadores se sentem muito seduzidos pela possibilidade de homenagear instituições, principalmente pessoas e instituições que lhe são caras”, conta.
Segundo ele, há “abusos” e, em alguns casos, a sessão de homenagem é uma forma de moeda política. “Tem tanta MP (medida provisória), a pauta fica trancada e o sujeito termina sendo seduzido a fazer homenagem. Não tem outra coisa pra fazer, não pode votar... Isso também decorre dessa circunstância e termina levando o Legislativo a partir para outras iniciativas menos voltadas diretamente à sua atuação”, explica.
Segundo ele, há “abusos” e, em alguns casos, a sessão de homenagem é uma forma de moeda política. “Tem tanta MP (medida provisória), a pauta fica trancada e o sujeito termina sendo seduzido a fazer homenagem. Não tem outra coisa pra fazer, não pode votar... Isso também decorre dessa circunstância e termina levando o Legislativo a partir para outras iniciativas menos voltadas diretamente à sua atuação”, explica.
Do G1

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